Em construção no Balneário Perequê, em Porto Belo, no litoral norte de Santa Catarina, o Hera Phacz Home começa a revelar na fachada a lógica que orienta seu projeto arquitetônico.

Apresentado pela PHACZ Empreendimentos como o primeiro edifício “quebra-cabeça” do Brasil, o empreendimento terá seis tipos de plantas que se alternam entre os pavimentos e resultam em blocos com avanços e recuos na composição da torre.
Com 80% da estrutura executada e mais da metade das paredes e divisórias concluídas, o empreendimento já tem mais de 65% das unidades vendidas. Os apartamentos partem de R$ 4 milhões, e a conclusão da obra está prevista para o segundo semestre de 2027.
Plantas diferentes definem o desenho da fachada
Desenvolvido pela PHACZ Empreendimentos, com projeto da Integrare Arquitetura Estratégica e de Cibeli Spolti Arquitetura, o Hera Phacz Home adota o conceito de puzzle living. A proposta parte da combinação de diferentes configurações internas para construir também a volumetria externa do edifício.

Assim, as seis tipologias são distribuídas de maneira alternada ao longo dos 30 pavimentos. A mudança na configuração dos apartamentos produz diferentes posições de sacadas, floreiras, recuos e áreas integradas. Dessa forma, a organização interna das unidades passa a determinar parte da composição arquitetônica da torre.

“A fachada foi projetada como expressão do que acontece dentro dos apartamentos”, afirma Ana Clara Zanon, sócia-proprietária da PHACZ Empreendimentos.
Arquitetura combina diferentes relações com o exterior

A diversidade de plantas também interfere diretamente na experiência das unidades. Em vez de reproduzir a mesma configuração em todos os pavimentos, o projeto distribui diferentes relações entre espaços internos e externos.
“Essa diversidade amplia a experiência dos moradores e, ao mesmo tempo, desenha a torre”, explica Ana Clara. Com isso, os elementos que diferenciam cada planta também passam a participar da linguagem visual do edifício.
A composição cria uma fachada marcada por blocos que avançam e recuam conforme a posição das unidades. O resultado é uma volumetria que muda ao longo dos pavimentos e traduz externamente as diferenças existentes na configuração dos apartamentos.
“É uma arquitetura em que fachada e planta seguem a mesma lógica e rompem com a repetição tradicional dos edifícios residenciais”, afirma a sócia-proprietária da PHACZ.
Projeto leva composição ao térreo

A mesma proposta de integração entre arquitetura e elementos naturais aparece no acesso ao edifício. Em frente ao hall de entrada, o projeto prevê um jardim com cascata integrada diretamente aos pilares, além de espelhos d’água, árvores, flores e iluminação paisagística.
A solução faz parte da proposta de sustentabilidade e gentileza urbana adotada pela PHACZ em seus projetos. Com isso, a presença de vegetação e água é incorporada à experiência de chegada ao empreendimento, em vez de ficar restrita às áreas internas de lazer.
Lazer ocupa 933 m² do Hera Phacz Home
Com 933 m², a área de lazer reúne piscinas adulta e infantil, academia, spa, sauna, salão de festas, sala de jogos, espaços gourmet, lounges, playground e espaço infantil.

São 48 apartamentos, com áreas entre 152 m² e 197 m², três ou quatro suítes e três vagas de garagem. Ao todo, sete unidades contarão com hidromassagem privativa.
No térreo, estão previstas ainda duas salas comerciais e três elevadores, integrando os diferentes usos previstos no projeto.
O Hera Phacz Home entra em uma etapa da obra em que a proposta arquitetônica começa a se tornar mais evidente na volumetria da torre. A alternância das plantas deverá definir a leitura da fachada até a conclusão prevista para o segundo semestre de 2027.
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CRÉDITOS
Imagens: Divulgação / Phacz Empreendimentos
Informações: www.phacz.com.br
Assessoria: Rotas Comunicação
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